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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Vlaminck, muscular


Maurício de Vlaminck pintava muscularmente – era o que dizia. Buscava o choque – vivia na era eduardiana, na qual os pianos de cauda tinham saias, pois algum@ maluc@ achou que pernas de piano eram sensuais.

Incendiarei a escola de Belas-Artes – gritava, e seus gritos eram só retórica de manifesto artístico. Ou nem tanto. Incendiava com as tintas que mal saíam da bisnaga – azuis e vermelhos puríssimos.

Liderou os fauvistas. Um de seus liderados ficou bem mais conhecido – Henri Matisse, e este reconhecia Vlaminck como líder.

Herdeiro de outro que deixou tudo pela arte – Gauguin, o homem do Taiti. Arte intuitiva, queriam e fizeram.

Com vocês, o “Restaurante em Marly”, de Vlaminck. 

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