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terça-feira, 24 de julho de 2012

George Santayana responde a três perguntas


Leio Jorge Agustín Nicolás Ruiz de Santayana y Borrás, o George Santayana, nascido na Espanha, crescido nos EUA, mas que escolheu viver e morrer na Europa quando teve dinheiro para tanto. Discípulo indireto e distante dos grandes pragmáticos estadunidenses William James, John Dewey e Charles Sanders Peirce, mas discípulo o suficiente para encaixar no pragmatismo uma vertente estética. Ele o fez no livro “O Senso da Beleza”, seu primeiro, e pelo verbete da Wikipedia considerado o seu melhor. Livro de 1896, resume aulas que deu quando professor de Harvard. Depois o renegaria, chamá-lo-ia de potboiler, bobagem. Bem, nessa bobagem, a qual não acho que seja, procuro ajuda para responder a três perguntas:

a)      Essas manifestações estéticas autônomas que vemos na internet, e que se pretendem artísticas, são mesmo arte?

b)      Em caso afirmativo, são boa arte?

c)       Em novo caso afirmativo, elas podem ser uma forma de apreciação e congraçamento entre pessoas, e não meramente mais um meio de produzir mercadorias, no caso, mercadorias simbólicas?

Perguntar é fácil. Responder é que é.

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